Estava tudo normalmente normal...
A normalidade era tanta que eu andava até meio sem assunto... Mas como nada dura pra sempre e eu precisava de um assunto para voltar aqui no blog, a Ana Luiza decidiu que ia parar de comer.
É, simples assim!
Numa certa manhã ela acordou e, como de costume, mamou seus 200 ml de leite e saiu para brincar... No meio da brincadeira veio o pensamento: "A partir de hoje eu só vou mamar, não vou mais comer! Só se me der muuuita fome, aí eu como no máximo uma fruta ou uma saladinha."
E assim aconteceu! Desde esse dia (que eu não sei ao certo quando foi) a Analu começou a ter aversão à comida. E agora na hora do almoço é sempre dia de guerra, de novo!
Sim, de novo, porque quando o pediatra liberou a sopinha, eu e a Analu víviamos guerreando e acertar a colher de sopa dentro da boca da bebê-rebelde era o desafio do dia... Até que que um dia, com 7 meses e meio, ela comeu e a paz reinou na nossa casa. Contei isso aqui.
Bom, o negócio é que ultimamente minha filha não come nada na hora do almoço ou da janta.
Eu tento feijão (que ela sempre amou) e nada.
Eu tento alguma massa (que também sempre foi bem aceita) e nada.
Arroz, nada.
Carne moída, nada.
Batata, nada.
Trituro a comida, nada.
Amasso, nada.
Potinho Nestlè, nada.
Aí eu desisto e dou uma banana. Ela aceita e sai de perto pra brincar...
Então é minha vez de almoçar, preparo uma salada (momento-mamãe-light) e de repente percebo que tem mais gente querendo almoçar comigo. É a Ana Luiza, fazendo todo esforço do mundo pra conseguir roubar um tomate cereja da minha salada. Tá, né? No final das contas o almoço dela foi resumido em uma banana e todos os tomates da minha salada.
No dia seguinte, mesma coisa. Tento dar o almoço, quase levo comida na cara, desisto, dou alguma fruta e quando vou comer lá está minha filha desesperada por um tomate cereja. Como não tem tomate cereja nessa salada, ela se acaba com grão-de-bico...
Bom, depois de todos esses episódios, só posso concluir uma coisa. Minha filha acha que está gorda e está de dieta. Só pode!
abr302012
abr042012
1 ano e 2 meses.
Então que a pequena baby já está com 1 ano e 2 meses.
E a impressão que eu tenho é que até completar 1 ano e 2 meses eu ainda tinha uma neném em casa. Mas foi só ficar um mês mais velha que tudo mudou.
Aquela neném que falava poucas palavras: papai, mamãe, neném e au-au. Hoje dialoga com um vasto vocabulário. É tchau-tchau, não-não, eu, vovó e vovô (esses pronunciados wowó e wowô), quero (quél), mais, miau, cocó, pal (palhaço de brinquedo). É assunto (e palavras) para o dia todo de conversa.
Aquela neném que aprendeu a andar relativamente cedo e que, desde então, ficava andando para todos os cantos. Hoje corre para todos os cantos e seu passatempo preferido é subir (também correndo) as escadas da casa da avó.
Aquela neném que ficava esperando o papai aos gritinhos atrás da porta. Hoje coloca o dedinho na boca (fazendo psiu) para quando o papai abrir a porta levar um susto.
Aquela neném que não respondia pergunta nenhuma, agora fala "eu" em alto e bom som, toda vez que ouve alguma pergunta como: "Quem ama a mamãe?" "Quem ama o papai?" "Quem vai tomar banho?"
Aquela neném que passou um ano inteiro totalmente banguelinha. Hoje tem três (sim eu disse três), quase quatro, lindos denticos que são percebidos em cada sorrisão.
E por último, pra derreter mais ainda meu pobre coração de mãe babona, aquela neném que acordava e choramingava. Hoje acorda tranquila, fica em pé no berço e chama: "Mãe, mãe!"
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